quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Dia de Ação de Graças.
Auto Biografia de Ruchely Trevisan !
Desde pequena tive grande afinidade com meus primos, sendo dois da mesma faixa de idade que a minha.
Aos 4 anos entrei na escola, junto com meus primos Carol e Matheus. Ali começou uma nova fase da minha vida. Conheci gente nova e fiz amigos.
Na escola fiz amigos pra vida toda, a viagem de formatura da oitava série foi inesquecível, o lugar era muito bonito, e meus colegas muito especiais, foram três dias de muitas felicidade. Quando me formei tive que mudar de escola, no começo foi difícil, não conhecia ninguém, era só eu e a Carol minha prima, mais com o tempo foi me adaptando e agora já me adaptei a escola. Pessoas novas, professores novos, tudo novo.
Tenho amigos de infância, que conheço desde que nasci e conservo a amizade até hoje, tenho amigos que fiz na escola, colegas que não esqueço e que deixaram lembranças que ficaram pra sempre na memória, tenho amigos que conheci recentemente na nova escola, mais que já passaram a ser muito especiais em minha vida e que fazem as manhãs de aulas sempre mais divertidas.
No ano de 2008 aconteceram muitas coisas, que de realmente abalaram toda minha familia. Primeiro foi o falecimento do meu dindo, que também é era meu tio (irmão da minha mãe). Passamos por uma fase dificil, creio que a pior de minha vida até hoje, pois gostava muito do meu dindo e tinha como um irmão, meu primo, filho dele. Em seguida minha vó teve problemas de saúde por talvez a dificuldade de aceitar a perca de um filho.
Agora já se passaram seis meses da morte de meu dindo, toda familia sente saudades, mais tenta se recuperar da perda, coisa que acredito que sempre vai ser muito dificil de esquecer.
Graças a Deus minha vó está melhorando cada vez mais, e tudo esta voltando ao normal.
Minha família, para mim os considero a base de tudo, estão sempre ao meu lado em todos os momentos. Amigos sei que tenho os melhores. A todo o momento estou aberta para novas amizades, mais nunca esqueço as antigas, algumas apesar da distancia nunca serão esquecidas mais sim cada vez mais fortalecidas.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Moda dos Anos 70


( O filme Os Embalos de Sábado à Noite traz a febre das discotecas às telas do cinema )
As roupas eram bem justas ao corpo. Violeta e bordô, ferrugem e metalizado eram as cores da moda. A moda dos anos 70 foi um grande e divertido mix de várias opções, e havia para todos os gostos: da moda apache à moda disco, do estilo floral e indiano à moda metalizada, das roupas artesanais ao jeans com tachinhas. Tudo era interessante, tudo era novidade.

A região dos olhos era mais valorizada. As sombras e lápis recebiam cores ligadas à natureza, como o verde e o azul. O cabelo tem aspecto natural e ondulado.
Juventude disco
O glitter prata nos olhos e têmporas davam glamour à geração disco. O boca era sempre finalizada por gloss.
Punks
Mais é mais para essa tribo. O cabelo, grande destaque, recebia cores inusitadas, como vermelho e amarelo. Os olhos dramáticos eram febre entre os seguidores.
Vinicius de Moraes

Consagrado no movimento da bossa, Vinícius compôs, junto com Tom Jobim a música ''Garota de Ipanema'', símbolo de uma época.
Veja a letra da música : http://vagalume.uol.com.br/tom-jobim/garota-de-ipanema.html
A banheira de sua casa era onde gostava de dar algumas entrevistas quando estava de muita preguiça, e sempre com um copo de uísque ao lado (onde tinha o carinhoso jeito de dizer que o uísque era o melhor companheiro do homem, era "um cachorro engarrafado").
A obra poética de Vinícius de Moraes é dividida habitualmente em duas fases: uma de sentido místico e lírico, e outra mais sensual e de linguagem mais simples, que ele mostra também nas composições populares. Seu domínio da linguagem culta foi decisivo para conferir qualidade literária à música popular brasileira, enriquecida com suas letras.

Vinícius de Moraes nasceu no Rio de Janeiro RJ em 19 de outubro de 1913. Em 1938 foi para Oxford, na Inglaterra, com uma bolsa de estudos em língua e literatura inglesas. De volta ao Brasil, trabalhou em jornais como crítico de cinema até 1943, quando ingressou na carreira diplomática, da qual foi afastado pelo governo militar em 1968. Serviu em Los Angeles, Paris e Montevidéu.
A carreira literária de Vinícius de Moraes começou com o livro de poemas ''O caminho para a distância'' (1933) que, como ''Forma e exegese'' (1935) e ''Ariana, a mulher'' (1936), revela as preocupações místicas e transcendentais do autor, de estilo poético ainda indefinido. O quarto livro, ''Novos poemas'' (1938), também se inclui nessa primeira fase.
Dois livros - Cinco elegias (1943) e Poemas, sonetos e baladas (1946) - marcam a transição para uma nova fase, mais voltada para a participação política e social, além da sensualidade. São desse período a Antologia poética (1955), o Livro dos sonetos (1957) e Novos poemas II (1959), que traz o poema "Receita de mulher".
Na década de 1960 publicou mais três livros: Procura-se uma rosa, Para viver um grande amor (ambos de 1962) e Para uma menina com uma flor (1966), de crônicas. A Arca de Noé (1970) é um livro de poesia para crianças.
Um dos grandes representantes do lirismo amoroso dos tempos atuais, Vinícius conseguiu, como poucos, exprimir com realismo característico a relação de amor entre o homem e a mulher. Após a primeira fase, mais mística e de individualismo nostálgico, assumiu por completo o papel de poeta do amor, da matéria, do mundo e da mulher, em versos altamente musicais.
Cada vez mais voltado para a música, escreveu letras para músicas inéditas de Tom Jobim, como Lamento no morro e Mulher, sempre mulher, gravadas em 1956. Dois anos depois, o disco Canção do amor demais, de Elizeth Cardoso, com canções de Tom e Vinícius, marcou o início da bossa nova.

Vinícius também fez música para poemas seus, como Serenata do adeus e Medo de amar.

Vinícius de Moraes morreu no Rio de Janeiro, em 9 de julho de 1980.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Pré modernismo
Os autores embora tivessem cultivado formalismos e estilismos, não deixaram de mostrar inconformismo perante suas próprias consciências dos aspectos políticos e sociais, incorporando seus próprios conceitos que abriram o caminho para o Modernismo.
Na realidade, Pré-Modernismo é um termo genérico que designa toda uma vasta produção literária que caracterizaria os primeiros vinte anos deste século. Aí vamos encontrar as mais variadas tendências e estilos literários, desde os poetas parnasianos e simbolistas, que continuavam a produzir, até os escritores que começavam a desenvolver um novo regionalismo, outros preocupados com uma literatura política e outros, ainda, com propostas realmente inovadoras.
Eu e minha colega vamos fazer um trabalho sobre modernismo, iremos dar enfase no trabalho de Monteiro Lobato.
Toni Brandão
Seus livros discutem, de maneira clara, bem humorada e informativa, temas próprios para os leitores pré-adolescentes e jovens. Falam das relações afetivas, da descoberta do amor pela ótica de um garoto (Cuidado: garoto apaixonado – 120 mil exemplares vendidos) ou das garotas (a série Cuidado: garotas apaixonadas), sobre filhos de pais separados e novos casamentos dos pais (a série João e seus meio irmãos), ciúme entre irmãos (Nanica, minha irmã pequena e Foi ela que começou, foi ele que começou, na marca dos 85 mil exemplares), auto-confiança (Aquele tombo que eu levei) entre outros temas atuais, como ética e cidadania (Televizinhos); sempre numa linguagem coloquial, íntima do leitor.
Há também, pela Editora Studio Nobel, A história de Dora Doadora e Guto Gato, livros que discutem a chegada dos garotos e garotas a puberdade e a sua relação com o mundo que os cerca a partir disso; e GROGUE, para o público jovem, com as confusões afetivas e existenciais de um roqueiro/atleta.
Para o público jovem, Toni está lançando a série GALERA RADICAL, que estreou com o título Bagdá, o Skatista, com a história de um garoto skatista, mulato e bonitão da periferia de São Paulo que vê a sua vida mudar a partir da vitória de campeonatos de skate.
Também para o público jovem e jovem adulto, o autor lançou a obra MUITO ROMANTICO, Editora Jaboticaba, uma história de amor ambientada no século XIX e que tem como pano de fundo a cidade de São Paulo e as transformações que ela sofreu nos últimos anos do Império, a partir do ciclo do café.
Alguns dos títulos de Toni apresentam, também, aventura, como as séries Perdido na Amazônia e Brasil de Arrepiar, Edições SM, da qual os primeiros títulos (OXENTE! e CREINDEUSPAI!) já estão fazendo sucesso junto a garotada.
A maioria das histórias de Toni são narradas a partir do ponto de vista dos protagonistas, que geralmente têm a idade do publico leitor.
Toni criou, para a Rede Globo de Televisão, o seriado Irmãos em Ação, uma adaptação de seu livro Foi ela que começou, foi ele que começou e As Aventuras de Zeca e Juca, que conta a história de dois garotos que vivem suas aventuras debaixo da água. Foi ainda um dos roteiristas da nova versão do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato. Adaptou também para a Globo Filmes a versão cinematográfica do livro de Monteiro Lobato A Chave do Tamanho.
Cinco dos livros de Toni Brandão já foram adaptados para montagens teatrais: Cuidado: garoto apaixonado, Grogue, Guerra na casa do João, Louco por uma gata e agora Foi ela que começou, foi ele que começou. Alguns lhe renderam importantes prêmios brasileiros como APCA, Mambembe e Coca-Cola.
Três nos livros, estão em fase de adaptação para o cinema: CUIDADO: GAROTO APAIXONADO; BAGDÁ, O SKATISTA e MUITO ROMANTICO.
O autor foi um dos finalistas do Prêmio Sharp de Música, com o cd Tutu, o menino índio, adaptação de seu livro do mesmo nome, que fala sobre o ritual de iniciação de um garoto indígena. A história é contata por Rita Lee e interpretada por Marisa Orth, Gerson Abreu, Vânia Bastos, André Abujamra e Lígia Cortez, entre outros.
Toni Brandão também cria textos de ficção para a internet. Em 2005, escreveu Flor da Amazônia, história em dez capítulos, para o site Brincando na Rede.
O autor trabalhou a Folhinha (Suplemento Infantil, da Folha de São Paulo) por 7 anos, como colaborador e articulista. Foi, também, Coordenador de oficinas culturais para Secretarias de Cultura em varias cidades e colégios do Brasil.
Formado em Comunicações pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, Toni Brandão, já lançou em seus 15 anos de trabalho, 20 livros — ultrapassando a casa dos 800 mil exemplares vendidos pelas editoras Jaboticaba, Melhoramentos, Studio Nobel, Símbolo.
I
rei trabalhar com um dos livros de Toni Brandão nas aulas de literatura. Vamos dar vida aos personagens tirando-os do livro e nos caracterizando com eles. O livro de trabalho será O garoto verde.
Você pode conferir o primeiro capitulo do livro clicando no link abaixo!http://www.tonibrandao.com.br/page0035.htm
